Aquela era a roda gigante mais maravilhosa que já vira. Uma vezes com luz e bem iluminada. Outras vezes escondida, oculta na escuridão e sombra. Talvez acompanhasse as mudanças do tempo, do dia e da noite e cumprisse todos os ritmos circadianos. Em alguns momentos partilhava viagens com outras iguais e diferentes de si. Vislumbrava e experimentava sensações únicas e especiais, e em alguns momentos também assim se sentia. Nas viagens mais longas vislumbrava mundos mais distantes, de sonhos, de ideais, de possibilidades. Noutros momentos vislumbrava o que está mais próximo e mais eminente. Diversificada de experiências, conhecimentos e saberes era fácil falar disto ou daquilo. Ainda assim, era ali que ela estava, fixa, parada, imóvel! A acompanhar a atualidade nacional e internacional, a comunicar e explorar a partir dali. Por vezes sonhava conhecer novos mundos, mas receava que esses não correspondesses aos ideais e expetativas. Por vezes sonhava ir mais além levando consigo tod...
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